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Maria, sendo mãe dos homens, estes não economizam títulos para demonstrar louvor e gratidão pelas graças e benefícios recebidos.

Ela é conhecida pelos nomes dos lugares nos quais apareceu, ou seja, Nossa Senhora de Fátima, de Lourdes, etc. E Nossa Senhora Aparecida é a Padroeira do Brasil.

Invocamos Maria com as virtudes das quais é modelo e que devemos praticar, isto é, Mãe Castíssima, Mãe Puríssima, Virgem Prudentíssima, Virgem Fiel. Acrescentamos aos seus títulos as nossas necessidades, denominando-A Consoladora dos Aflitos ou Nossa Senhora da Ajuda.

Tão próxima dos homens e mulheres, que ousamos juntar a esse santíssimo nome até a feiura de nossas misérias, quais sejam, Refúgio dos Pecadores, Porto Seguro dos Náufragos, Saúde dos Enfermos, Senhora do Bom Remédio, remédio de nossas feridas.
Entre os mil títulos da única e mesma Maria, aquele que se encontra nos lábios de todos os cristãos, e com mais frequência é recordado é, sem dúvida, o de Mãe. Todos os dias, sem nos darmos conta, ao rezarmos a Ave Maria, lembramos essa verdade, doce e consoladora.

No Pai-Nosso, chamamos a Deus de Pai e pedimos o Reino, o pão e o perdão. Na Ave-Maria, nada pedimos, a não ser “rogai por nós pecadores”, sem indicar nenhum outro desejo. É a oração de quem pede sem pedir, pois, sendo Ela Mãe, conhece as nossas necessidades e sabe, melhor do que nós mesmos.

A certeza da bondade de Nossa Senhora para com os homens e mulheres e do seu poder de intercessão junto ao seu Divino Filho é insofismável. Nas bodas de Canaã, foi a Virgem Maria quem percebeu que o vinho veio a faltar e, sem ninguém lhe pedir, tomou a iniciativa de recorrer a Ele. E disse aos serventes “façam tudo o que Ele vos disser”. Ao mesmo tempo em que apressava o milagre de Jesus, a Mãe de Deus e nossa nos dava um precioso conselho, como quem diz simplesmente faça, sem indicar quando e nem como. Com efeito, precisamos confiar em Jesus, quando Ele nos manda fazer algo em qualquer tempo ou lugar, pois Ele tem poder para mudar água em vinho, doença em saúde, fraqueza em força, para enfrentarmos os sofrimentos.

Aqui na Terra e na minha família, já perdi minha mãe, Luiza Pereira Rocha, que foi chamada pelo Pai Celestial para o Céu, de onde vela por todos nós, seus filhos e filhas, netos e netas, bisnetos e bisnetas; todavia a minha família tem outras mães, como Maria de Nasaré, mãe de três dos meus filhos; também perdi a companheira Marlene, igualmente chamada pelo Grande Arquiteto do Universo; tem as minhas filhas Mary Dalva, Magda Lucia e Valdene, que são mães; minhas irmãs Judite, Zuleide, Alzira, Enoe e Luiza (Isa), além de noras, cunhadas (milhares da família maçônica e dezenas da não maçônica), sobrinhas e primas; companheira Maria do Socorro, que é mãe e avó; e minha neta Alina Luiza, que é mãe da minha primeira e até hoje única bisneta, Izabela Rocha Cardoso de Sousa. E mais Eliane, Ana Lucia e Terezinha, irmã e filhas de Marlene.

Neste Dia das Mães de 2016, celebrado anualmente no segundo domingo de maio, rogo a Mãe Santíssima que peça a Deus por todas as mães do mundo, especialmente para as maranhenses e brasileiras em geral, para que tenham, com seus filhos e filhas, netos e netas, um Dia das Mães, em 08/05/2016, de plena saúde, paz e amor. Felicidades!

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. Site www.osvaldopereirarocha.com.br

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"Não existe caminho para a paz. A paz é o caminho"