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PEPINO GIGANTE


Ainda sobre as eleições para Presidente da República Federativa do Brasil e as pesquisas eleitorais, estas nem sempre acertando, inicialmente fiquei sem entender porque depois de tantas manifestações violentas de protestos contra o Poder Executivo Federal, principalmente nas cidades e nos estádios de futebol, por insuficiências de recursos para a saúde, a educação e a segurança pública, divulgadas por toda a imprensa, bem como contra a corrupção galopante e o uso dos cartões corporativos em excesso, alardeados em todos os veículos de comunicação, que me faziam pensar que a Presidente Dilma perderia logo no primeiro turno e, ao final, o que se viu foi ela em primeiro lugar, com Aécio, que sempre era o terceiro nas pesquisas, ficando em segundo e quem estava em segundo passando para o terceiro. Difícil de entender! E agora o candidato Aécio em empate técnico com a Presidente...

No dia da eleição e na fila de votação, estando eu aguardando a entrada com o privilégio de idoso, ouvi de uma voz masculina da fila comum a seguinte afirmação: eu vou votar na magrela, e eu, mentalmente, pensei será que esse eleitor se refere à doutora Marina, e não acreditei, visto que, para mim, respeito é bom e eu gosto. E mais, tenho ouvido a palavra magrela quando alguém se refere à bicicleta.

Na minha pequena propriedade rural, denominada pomposamente de Fazenda Nova Santa Cruz, no município de Lima Campos, Estado do Maranhão, no dia 09/10/2014, ouvi do morador Sebastião Alves da Cruz, vulgo Pelé, o seguinte comentário: Eram três candidatos à Presidência, sendo dois cachorros grandes e uma lebre, sendo que esta foi garfada no primeiro turno. Sei que essa expressão cabocla “cachorro grande” se refere à pessoa poderosa, importante. Mas também não gostei das comparações, embora as justifique pelo fato de seu autor ser de pouca leitura e de boa fé, isto é, ele não quis, em absoluto, ofender nenhuma das três supracitadas personalidades da política nacional brasileira.

Mas mudando de assunto, agora para tratar sobre o tema do presente artigo, o referido Pelé me informou que plantara sementes de pepino em sua vazante, situada à beira do açude da mencionada fazenda e que os legumes que surgiram foram enormes, alguns dizendo se tratar de melancia e outros de melão e ambos gigantes. Trouxe para São Luís, capital do Estado, o maior exemplar, que embora não tenha sido pesado em balança alguma, contudo quase não pude suportá-lo no ombro por alguns segundos, mas ele foi medido, sendo seu comprimento de 63 centímetros e seu diâmetro de 93 centímetros.

Em São Luís do Maranhão algumas pessoas não acreditaram tratar-se de um pepino gigante, mas de uma grande melancia ou de um grande melão, e se negaram a que ele participasse de qualquer salada para suas mesas de refeições. Outras pessoas o aceitaram e comprovaram que, efetivamente, o cheiro e o gosto eram de pepino, Confiram nas fotos e tirem suas conclusões.
Em artigo anterior deste articulista, postado no meu site (www.osvaldopereirarocha.com.br), com o título de As Mentiras de Pelé, este contava estórias de caçador. Desta feita, contudo, Pelé não contou estória de caçador ou de pescador, mas de agricultor, e não mentiu sobre o pepino, e que pepino!

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. E-mail rocha.osvaldo@uol.com.br


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