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PATRONOS DAS FORÇAS ARMADAS


Para honra e glória do Grande Arquiteto do Universo. Tudo pela Pátria Amada, Brasil!

Este articulista tem a pretensão de, com pesquisa na Internet, fazer uma síntese histórica dos Patronos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Aeronáutica – Força Aérea Brasileira





Marinha - “Honra é a força que nos impele a prestigiar nossa personalidade; é o sentimento avançado do nosso patrimônio moral; um misto de brio e de valor. Ela exige a posse da perfeita compreensão do que é justo, nobre e respeitável, para elevação da nossa dignidade; a bravura para desafrontar perigos de toda ordem, na defesa da verdade, do direito e da justiça”. (Joaquim Marques Lisboa – Patrono da Marinha).

O Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, é mais conhecido como Almirante Tamandaré. Toda sua vida foi dedicada à nossa querida Marinha. Em um período crítico da História do nosso País. Desde muito jovem participou ativamente da formação do Brasil, destacando-se por seus feitos notáveis. Foi parte importante de uma geração de marinheiros, guerreiros e estadistas a quem devemos nossa maior herança, um grande Brasil, rico em recursos naturais, pátria de uma nação unida por uma cultura e idioma.

As qualidades do Almirante Tamandaré, comprovadas por suas ações bem-sucedidas, são exemplos, não somente para os bons marinheiros, mas para os brasileiros de todos os tempos; relembrá-las é um exercício de patriotismo e inspiração.

Exército – O Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro, mereceu o cognome de “O Pacificador” e a Nação Brasileira comemorou em 2003 o seu bicentenário de nascimento; de um dos seus maiores vultos históricos. “Sigam-me os que forem brasileiros!” (Caxias, em 06/12/1868 – Guerra do Paraguai).

Duque de Caxias foi Chefe Militar vitorioso, guerreiro obstinado e homem de Estado, exemplar que o nosso Glorioso Exército consagrou como Patrono.

Em meio século de assinalados serviços – coincidindo com um período crítico para a afirmação da nossa nacionalidade – Caxias interpretou com invulgar lucidez a realidade de sua época e vislumbrou um futuro grandioso para o Brasil. Lutou bravamente pela consolidação da nossa Independência; pacificou províncias conflagradas e conduziu as armas nacionais à vitória nos conflitos da Bacia do Prata.

Tão importante quanto a eficácia de suas ações militares foram a firmeza com que enfrentou os desafios e a generosidade dispensada aos adversários vencidos nos campos de batalha. Restabeleceu o império da ordem, preservou as instituições, recompôs a coesão nacional e salvou a unidade da Pátria. Daí ter passado para a História como “O Pacificador”.

Força Aérea Brasileira – FAB. O Marechal-do-Ar Eduardo Gomes passou para História como Brigadeiro; foi consagrado pela Lei 7243 de 06/11/1984, Patrono da Força Aérea Brasileira, em função de sua atuação marcante na Aviação Militar. Cursou Artilharia na Escola Militar de Realengo de 1915 a 1018, período quase coincidente com a 1ª Guerra Mundial, que assinalou o surgimento e a difusão da Aviação Militar.
Participou da Revolta do Forte Copacabana, episódio que passou para a História como dos 18 do Forte; participou em 05/07/1924, em São Paulo, de revolta, quando comandou um Batalhão da Polícia Militar; liderou a Artilharia e pilotou avião, na tentativa de lançar boletins sobre as tropas legais e bombardear o palácio do governo; participou da Revolta dos 30, em Minas Gerais. Combateu a Revolução de32, comandando seus aviadores no Sul de Minas e Vale do Paraíba. Sempre se houve com liderança e patriotismo.

Foi Ministro da Aeronáutica de 1054-55 e 1965-67.

Viva às memórias desses três líderes militares brasileiros, viva!

Rogo ao Grande Arquiteto do Universo para que nos ilumine e guarde.

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. Site www.osvaldopereirarocha.com.br


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