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DIA DA MARINHA

“Sou Marinheiro e outra coisa não quero ser”
(Joaquim Marques Lisboa, Almirante Tamandaré, Patrono da Marinha do Brasil).

Para glória do Grande Arquiteto do Universo.

Anualmente este articulista (Amigo da Marinha, Mérito Tamandaré e Leme da Amizade) e o Jornal Pequeno, de grande circulação no Maranhão, prestamjusta homenagem à nossa querida Marinha.
A história da nossa pátria registra que o Dia da Marinha do Brasil é celebrado em 11 de junho, data que está associada à vitória da esquadra brasileira na Batalha Naval do Riachuelo, na Guerra do Paraguai, em 11 de junho de 1 865. E a nossa querida Marinha é a primeira força armada do nosso País, seguida do Exército e da Aeronáutica.

A escolha dessa data está de fato relacionada com a Batalha do Riachuelo, na Guerra do Paraguai, a maior que já houve na América do Sul, da qual o Brasil foi o principal participante, já que a venceu na supracitada data de 11 de junho de 1865, no leito do Riachuelo, os navios paraguaios, sendo seu comandante o inesquecível brasileiro Francisco Manuel Barroso, o Almirante Barroso.

Do lado paraguaio, estava no comando da esquadra IgnacioMeza, um dos principais militares do ditador Solano Lopez.

A vitória do Almirante Barroso trouxe para o Brasil o domínio das comunicações fluviais e o pleno controle sobre os rios adjacentes, como Paraná e Paraguai. Este controle era importante porque, a um só tempo, limitava as ações do ditador acima mencionado e garantia ao Brasil um futuro econômico atrelado ao escoamento de produtos pelos rios.

A Batalha do Riachuelo, como ficou conhecida, resultou uma série de imprevistos e manobras estratégicas de grande vulto e afirmou a Marinha do Brasil como uma potência importante na América do Sul, Marinha criada no século XVIII, no ano de 1736, pelo Rei João V, de Portugal.O impacto dessa memorável batalha tornou-se mais popular no fim do século XIX, em razão de pintura de Victor Meirelles, que também foi autor de outras importantes pinturas.

Com a proclamação da nossa República, em 1889, os combatentes da Guerra do Paraguai como Osório, Duque de Caxias, Patrono do nosso Exército e o próprio Barroso, tornaram-se heróis da Nação Brasileira e as instituições militares ganharam notoriedade e o dia de celebração, sempre associado a algum marco de memória. Exemplos: Marinha, dia 11 de junho e Exército, dia 19 de abril. “Não existe caminho para a paz; a paz é o caminho”.

A Marinha do Brasil no Maranhão é representada pela Capitania dos Portos do Maranhão, de 1ª Classe, comandada do por um Capitão-de-Mar–e-Guerra, que tem como seus auxiliares um Ajudante, Oficiais, Praças e Servidores Civis.

Ao digitalizar este artigo, vem à memória deste articulista os saudosos anos em que exerci minhas funções de Inspetor do Trabalho, transformado em Fiscal do Trabalho, hoje Auditor-Fiscal do Trabalho, quando fui chefe do Serviço de Inspeção, Segurança e Medicina do Trabalho, e também Chefe de Gabinete, todos na Delegacia do Trabalho Marítimo no Maranhão – DTM-MA, que tinha por titular o próprio Capitão dos Portos, no Cargo de Delegado do Trabalho Marítimo, órgão regional do Ministério do Trabalho.

Que o Grande Arquiteto do Universo nos ilumine e guarde!

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. Grão-Mestre AD VITAM do GOAM, hoje GOEMA e Grande Inspetor Geral, Grau 33º do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA). Site www.osvaldopereirarocha.com.br

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"Não existe caminho para a paz. A paz é o caminho"