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ARTUR AZEVEDO

Para honra e glória do Grande Arquiteto do Universo. Creio em Deus Pai, Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra; em Jesus Cristo, Deus Filho e em Deus Espírito Santo, que formam a Santíssima Trindade, e um só Deus. Sou devoto de Nossa Senhora de Fátima.Em 1917, N S de Fátima apareceu em Fátima – Portugal para três crianças – Lucia, Francisco e Jacinta - e deixou mensagem de fé, esperança e paz para todos nós.

Tem por escopo o presente artigo, elaborado mediante pesquisa na Internet, tecer alguns comentários sobre Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, ou, simplesmente Artur Azevedo,que nasceu em São Luís do Maranhão, em 07 de julho de 1855.

Foi dramaturgo, poeta, contista, prosador, comediógrafo, crítico e jornalista. Residiu no Rio de Janeiro, onde faleceu em 22 de outubro de 1908, aos 53 anos de idade e foi sepultado no cemitério do Caju. Era filho de Emília Amália Pinto de Magalhães e David Gonçalves de Azevedo. Irmão de Aluísio de Azevedo.

Escreveu milhares de artigos sobre eventos artísticos e encenou mais de cem peças no Brasil e em Portugal, onde passou algum tempo. Foi um dos maiores defensores da criação do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado meses depois de sua morte.

Suas peças mais conhecidas são ‘A joia’, ‘A Capital Federal’, ‘A almanjarra’, ‘O mambembe’. Três teatros no Brasil foram batizados com o seu nome, isto é, ‘O Teatro Artur Azevedo’, em São Luís do Maranhão; ‘O Teatro Artur Azevedo’ na cidade de São Paulo – SP e ‘O Teatro Artur Azevedo’ na cidade do Rio de Janeiro – RJ. Alguns contos e poesias: ‘Sonetos’, 1876; ‘Contos possíveis’, 1889 e ‘Contos em verso’, 1898.

Fundou periódicos literários como ‘A Gazetinha’, ‘Vida Moderna’ e ‘O Álbum’. Com Machado de Assis colaborou com ‘A Estação’ e, com Alcindo Guanabara, Moreira Sampaio, Olavo Bilac e Coelho Neto, no Jornal Novidades. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.

Por insistência de Artur Azevedo, principalmente através de seus artigos na imprensa que, em 1895, foi aprovada a lei que previa a construção do teatro municipal do Rio de Janeiro que, finalmente, foi inaugurado em 14 de julho de 1909. Pelo exposto, o ilustre maranhense não pôde participar da supracitada inauguração.

Viva às obras literárias do imortal Artur Azevedo, viva!

Rogo ao Grande Arquiteto do Universo para que continue nos abençoando, ou seja, este articulista, os leitores deste artigo, minhas famílias, de sangue e maçônica, e as famílias em geral.

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. Membro das ‘Academia Maçônica Internacional de Letras – AMIL’; ‘Academia Maçônica de Ciências, Letras e Artes da Confederação Maçônica do Brasil – AMCLA DA COMAB’ e da Academia Maçônica Maranhense de Letras – AMML, e que destafoi seu Vice-Presidente, e Presidente Interino por 04 meeses. Site; www.osvaldopereirarocha.com.br

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