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OSWALDO CRUZ

Para honra e glória do Grande Arquiteto do Universo. Creio em Deus Pai, todo poderoso; em Deus Filho e em Deus Espírito Santo. Não existe caminho para a paz. A paz é o caminho. “Que tudo nos uma”.

Este articulista com o presente artigo pretende, mediante pesquisa via internet, fazer uma síntese biográfica do sanitarista Oswaldo Gonçalves Cruz, nascido em 05 de agosto de 1872, em São Luís de Paraitinga, São Paulo. Aos 20 anos colou grau em medicina, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, seguindo a profissão do seu pai, Bento Gonçalves Cruz. Inaugurou a pesquisa científica no Brasil, publicou artigos sobre microbiologia e concluiu o supracitado curso com a dissertação “Veiculação Microbiana pelas Águas”. Especializou-se em Microbiologia, sua paixão desde os 15 anos, no Instituto Pasteur de Paris – França.

Foi nomeado Diretor Geral de Saúde Pública em 1901. Combateu a febre amarela e implantou medidas sanitárias iniciando os árduos serviços com apenas 85 homens – os famosos “mata-mosquitos”, com o emblema de uma cruz nos bonés. Eles percorriam quintais, jardins, sótãos e porões, aplicando inseticidas. Lacravam caixas d’água, jogavam petróleo nos alagados e removiam os doentes para hospitais de isolamento. Era uma verdadeira revolução na ainda provinciana cidade do Rio de Janeiro, tarefas semelhantes às de combate ao mosquito Aedes Aegypti e em parte parecidas com o atual combate ao Coronavírus – o Covid-19 que está prejudicando enormemente o Brasil, inclusive ceifando centenas de vidas humanas em todos os Estados brasileiros, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 1902, a então capital do nosso País, Rio de Janeiro, propriamente uma cidade maravilhosa. Vários problemas urbanos, cortiços e favelas já castigavam os 700 mil cariocas, além dos surtos epidêmicos.

Oswaldo Cruz foi Diretor do Instituto Soroterápico em Manguinhos. Em 1907, ganhou a medalha de ouro no 14º Congresso Internacional de Higiene e Demografia de Berlim.

Em 1908, a despeito do medo e do desconhecimento da população, uma nova epidemia de varíola levou a população espontaneamente aos postos de vacinação e, assim, o Brasil, finalmente, reconheceu o valor do sanitarista Oswaldo Cruz.

Em 1909, lançou importantes expedições científicas no interior do País, erradicando a febre amarela no Pará e realizando campanhas de saneamento da Amazônia.

Nosso Oswaldo Cruz foi casado com Emília da Fonseca, sua namorada da adolescência, com quem teve seis filhos, dos quais três homens, que seguiram a carreira do pai e um deles, Bento, que chegou a trabalhar ao seu lado.

Foi eleito e empossado, em 1912, para a Academia Brasileira de Letras. O fundador da pesquisa científica no Brasil há de ter sofrido com tanta fama, posto que tímido embora fosse assíduo e estudioso; não foi aluno destacado; quase não falava. Nas provas orais atrapalhava-se, tropeçava nas palavras e raramente conseguia mostrar o que sabia.

Mudou-se para Petrópolis em 1915. Foi Prefeito do município,contudo, por não se envolver em partidos políticos rivais, tornou-se alvo de intensa campanha de difamação. E faleceu em 11 de fevereiro de 1917, com apenas 44 anos de idade, vítima de crises renais complicadas e problemas respiratórios.
Dentre as sementes plantadas por ele permanece a Fundação Oswaldo Cruz, que conta com mais de 300 pesquisadores, e que realiza importante trabalho científico no Brasil.

Viva a memória do imortal cientista brasileiro Oswaldo Cruz! SL, 19/04/2020.

Roga ao Grande Arquiteto do Universo para que nos livre do Covid-19.

*Colaborador, registro DRT/MA nº 53. Advogado, inscrito na OAB/MA sob o nº 961. Site www.osvaldopereirarocha.com.br

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"Não existe caminho para a paz. A paz é o caminho"