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CONSCIÊNCIA E REMORSO

Para Honra e Glória do Grande Arquiteto do Universo!

“Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação” (Tiradentes).


Consciência - é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações como objetividade, autoconsciência, sapiência e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente. É um tema muito pesquisado na filosofia da mente, na psicologia, neurologia e na ciência cognitiva.

Alguns filósofos dividem consciência em consciência fenomenal, que é a experiência propriamente dita, e consciência de acesso, que é o processamento das coisas que vivenciamos durante a experiência (Block, 2004). Consciência fenomenal é o estado de estar ciente, tal como quando dizemos “estou ciente” ou simplesmente “Ciente” e consciência de acesso se refere a estar ciente de algo que define, tal como quando dizemos “estou ciente destas palavras”.

Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo do espírito, da mente ou do pensamento humano. Ser consciente não é exatamente a mesma coisa que se perceber no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.

Consciência, no aspecto moral, é a capacidade que o homem tem de conhecer não apenas valores e mandamentos morais e aplicá-los em diferentes situações.

A consciência moral tem alguns pressupostos, que são a consciência psicológica, que tem dentro de si, o outro, a realidade. Supõe uma hierarquia de valores, e também de uma finalidade do ato, seja ele bem ou mal. Ela consiste na capacidade do ser humano observar a própria conduta e formular juízos sobre os atos passados, presentes e as intenções futuras. E depois de julgar, o homem tem condições de escolher, dentre as circunstâncias possíveis, seu próprio caminho de vida.

Temos também a consciência social e pessoal, que vem formar a consciência moral, dentro de uma tensão nas dimensões do ser humano.

Remorso
– As pessoas sentem remorso quando temem serem punidas por erros que cometeram. Remorso não é sinônimo de arrependimento, todavia um sentimento experimentado por aqueles que acreditam em ação que infringe um código moral, pessoal ou não, que obedecem e se tornaram, ou acreditam haverem se tornado; por isso, passíveis de condenação ou punição, que será (ou acreditam que será) muito severa dada por terceiro; não querem sofrer tal punição e, por isso, se punem de alguma maneira mais suportável para fugir daquela punição ou condenação.

A pessoa que sente remorso não está arrependida verdadeiramente do mal que causou a terceiro, está, apenas, por vezes inconsciente ou instintivamente, outras vezes conscientemente, motivada pelo medo da punição, tentando aparentar arrependimento verdadeiro em alguns casos até acreditando no próprio falso arrependimento, castigando a si mesma de alguma maneira, por acreditar que um castigo que si impôs, como forçar se entristecer, por exemplo, que é a maneira mais comum do remorso, a redimir do seu erro, permitindo-a conseguir fugir de uma punição que seria mais severa vinda do meio social em que vive ou de uma entidade superior. O remorso pode também conduzir a extremos, como ódio a si mesmo e autoflagelação.

Consciência e remorso são dois estados de espírito praticados no meio maçônico e na sociedade civil em geral.

Que o Grande Arquiteto do Universo nos ilumine e guarde!

*Grão-Mestre AD VITAM do Grande Oriente Autônomo do Maranhão – GOAM. Hoje GOEMA Site: www.osvaldopereirarocha.com.br

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